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| Editora Nemo |
Nessa graphic novel de Fabien Toulmé, temos a conversa entre a avó e a neta, enquanto a última ajuda a primeira a procurar o seu primeiro grande amor. Achei interessante, mas um pouco forçado.
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| Editora Intríseca |
Meu clube do livro teve uma ideia bem legal: ler um livro de mistério até a metade, fazer uma reunião para discutir o que achamos que vai acontecer, e depois acabar de ler - e esse foi o escolhido - A Camareira de Nita Prose.
Infelizmente, todas as nossas previsões eram melhores do que realmente aconteceu no livro.
Além disso, temos aí uma personagem principal claramente neurodivergente - e isso é usado pela autora da forma mais conveniente: quando precisa, as pessoas notam e se aproveitam disso, e quando não é conveniente para a trama, as pessoas não percebem. Achei isso bem problemático.
Então, assim: não recomendo.
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| Editora Todavia |
Nesse livro, Rosa Montero fala sobre a morte do seu marido, e também sobre a vida da Marie Curie antes e depois do seu marido - e faz isso belamente, compartilhando dor, curiosidade e possibilidades.
É um livro diferente, mas acessível para quem é acostumado a ler só ficção e quer se aventurar por diferentes paragens.
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| Editora Dublinense |
Clara Dupont-Monod escreve a história a partir de um narrador inusitado (as pedras do muro da casa), e é uma narrativa bem delicada sobre uma família, particularmente do cuidado e amor entre irmãos, sendo que um possui alguma deficiência.
É um livro muito bom.
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| Editora Europa |
Old Filth é um livro de Jane Gardam sobre ingleses que trabalharam / trabalham em Hong Kong - achei algo de nicho, mas interessante.
Dá para perceber que é ela é uma boa escritora, mas me pareceu que faltou alguma coisa para o livro realmente receber 5 estrelas, acho que no fim desanda. Mas é um bom livro.
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| Editora Farrar, Straus and Giroux |
É um novelão, em que a história é muito importante e você se acostuma a conviver com os personagens, e que não dá vontade que o livro acabe (mas ainda não me animei de encarar a continuação - será que vai ser tão bom, ou só um aproveitamento do sucesso dos livros anteriores?)
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| Editora Harper Collins |
Breaknews: não é mais o que a gente aprendeu na escola na década de 1980 e 1990 - e creio que algumas informações não chegaram nas salas de aula ainda hoje. Há evidências multidisciplinares de sociedades complexas, além do simples coletores-caçadores, e muito ainda por descobrir.
Como a linguagem é acessível e é bem construído, é acessível para adolescentes e adultos e, como um apoio, para ser usado como bibliografia em aulas de ensino fundamental I, anos iniciais (o antigo primário). Recomendo para quem gostaria de aprender mais dessa área - sem ser muito técnico.
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| Editora Companhia das Letras |
O livro é delicado também, não no sentido de omitir informações mais chocantes - mas tudo faz sentido dentro da narrativa, e o que está sendo relatado não está ali só para chocar, gratuitamente. Realmente um livro muito bom!
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| Editora Berkley |
Especialmente, ele fala bastante de ética médica, e como tantas investigações clínicas e decisões políticas foram tomadas sem o respeito por aqueles envolvidos, principalmente, os negros, pobres e outras populações vulneráveis.
A leitura vale a pena, e faz pensar.
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| Editora Amazon Crossing |
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| Editora Todavia |
Alguns meses depois da leitura do livro, eu conheci a Chapada dos Veadeiros, e o guia que nos levou para conhecer as trilhas da comunidade quilombola Kalunga, parecia que tinha conhecido Bibiana e Belonísia - as histórias que ele contava poderiam ter acontecido dentro do livro.
Se não bastasse a relevância histórica e cultural desse livro, temos também a habilidade de escritor do autor, realmente impressionante. O primeiro capítulo é uma descrições mais poderosas que eu já li na minha vida, que nos transporta para dentro da casa das irmãs, e nos deixa ali com o coração na mão. Extraordinário.
Leitura obrigatória.
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| Editora Rocco |
Mas o primeiro livro que eu leio da autora, A Outra Casa, foi realmente uma decepção. Os personagens são chatos (não identifiquei nenhum da A.C.), e a história nem é tão atraente assim. Realmente não sei se vou dar uma outra chance.
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| Editora BestBolso |
É um livro sobre a II Guerra, na Itália, e se quer engraçado, mas acho que o humor não envelheceu bem. Ou talvez seja muito nichado (só para homens, e homens que estavam mais próximos temporalmente do evento histórico).
Recomendo só para aficionados mesmo.
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| Editora Waking Lion |
Poderia ser uma história desse século, mas Elizabeth von Arnim publicou esse livro em 1922.
O momento histórico é diferente, assim como o contexto cultural, mas dá vontade de ir junto, passar a primavera num lugar lindo, fazer novas amizades e repensar a vida. Não importa a época, mulher é tudo igual.
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| Editoral Grand Central Publishing |
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| Editora Rocco |
A minha impressão é que algumas coisas são descritas com o propósito de chocar o leitor, ao invés de ser pertinente para a trama (as descrições sobre comportamentos se xuais), mas, em geral, o livro é bem escrito e o autor segura bem suas mais de 500 páginas.
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| Editora Vintage Internacional |
É uma história dolorida, e um retrato muito bem feito social e familiar.
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| Editora Harvill Press |
Eu realmente gosto de livros com personagens idosos bem construídos: toda uma vida por trás, mas eles podem ser muito mais multifacetados do que o simples: já vivi muito, sou muito sábio.
Além disso, temos um panorama histórico da Hungria durante o século XX, país não muito conhecido por nós aqui do Brasil. Recomendo demais.
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| Editora Pallas |
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| Editora Dublinense |