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| Editora Rocco |
Esse livro começa ali na ditadura, fala de artistas se exilando na Europa, mas com uma fortuna de fazendeiro por trás, aí eles voltam e se mantém em algo que pode ser definido como a fatia privilegiada da população do Rio de Janeiro. Não é que seja tudo bom - há muitos problemas e dramas - mas o dinheiro não é uma questão, e parece algo tão fora da nossa realidade. Mas por que o livro brasileiro precisa ser a realidade? Aliás, geralmente ele não é, ele pode falar só de personagens específicos em situações bem específicas e mesmo assim ganhar nosso coração.
Eu não sei explicar porque esse livro pareceu tão artificial, mas é assim que me pareceu, mas com certeza pode fazer sentido para outras pessoas.

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