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| Editora Todavia |
"O Expresso de Tóquio" (ou em tradução literal Pontos e Linhas), de Seicho Matsumoto é tipo Agatha Christie, mas japonês, como escrito na capa, só que de um jeito gelado e extremamente formal. É curioso porque os ingleses também tem essa fama de formalidade, mas só quem já ouviu um mexerico da Miss Marple sabe que não é esse o caso.
Eu acho que essa diferença cultural fez o mistério perder um pouco da graça, mas a fórmula está exatamente aí: um caso suspeito de suicídio, que vira assassinato, descobre-se o porquê, como e quem no final. Tudo com um tempero japonês. Recomendo somente para interessados.

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