![]() |
| Editora Record |
Ana Maria Gonçalves escreveu o melhor tipo de livro: aquele que a gente não quer que acabe (mesmo já sendo enorme). Apesar de histórias sofridas, a gente se envolve com a Kehinde, e vai descobrindo vislumbres de Brasil que a gente conhece no meio de tanto que não é apresentado, discutido, aprendido.
É um livro maravilhoso, essencial para a nossa cultura.

Nenhum comentário:
Postar um comentário