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| Editora Rocco |
Em "Cidades afundam em dias normais", Aline Valek parte de uma cidade que foi tomada pelas águas (lago? represa?) e depois de alguns anos começa a ressurgir (poucos anos, é algo bem contemporâneo, entre afundar e ressurgir passam uns 20 anos, se muito).
É uma boa premissa, mas parece de certa forma pretexto para apresentar personagens interessantes, e apontar para várias direções possíveis sem exaurir nenhuma delas (é um livro curto).

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