20 de junho de 2026

Mil navios para Troia

 

Editora Jangada

As tragédias gregas marcaram tanto nossa civilização ocidental, que é impressionante lembrar que não lemos os originais (Odisseia, Ilíada, e outros autores gregos da mesma época), mas sabemos tanto dessa cultura e de alguns personagens.

Aí, quando temos recontos como "Mil Navios para Troia" de Natalie Haynes, é uma ótima oportunidade não só para conhecer mais um pouco do que já sabemos como apreciar uma expansão do que não ficou relatado, como a versão das mulheres, foco desse livro.

Realmente o que mais me impressionou, afinal, foi o Epílogo em que a autora fala sobre suas fontes, e o que ela acha sobre uma visão machista dos "heróis" das histórias. Coloca o livro todo numa perspectiva boa.

Discutimos esse leitura no clube do livro do meu trabalho e cada pessoa trouxe algo que impressionou em relação às personagens - e como a Penélope é a personagem mais chata porque ela só fala sobre o Odisseu e não sobre ela. 

Que venha o filme (Odisseia, Christopher Nolan) nesse mês de julho!


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